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Neste blog você encontra sobre dicas de beleza, fofoca, relacionamento a dois,melhor das revistas sobre sobre comportamento feminino,atualizações do que aconteceu durante a semana na internet.

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" A vida é um episódio só, nossa chance única neste teatro do mundo. Só temos direito a uma apresentação. E ela tem de ser gratificante. "
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quinta-feira, 1 de março de 2012

10 dicas para conquistar um homem

Beleza não se põe na mesa, mas abre o apetite. Esse ditado popular que enaltece a beleza como um grande chamariz é meio certo, meio torto. Vejam as milhares de gatas que ainda estão sozinhas por aí à procura do encaixe perfeito – ou, pelo menos, de uma bela noite de diversão. E tem muita mulher nota 7 por aí que dá de 10 a 0 na modelo-de-capa-de-revista e faturou o cara bacana que todas as amigas queriam. Por quê? Porque beleza pode ser o primeiro impulso que faz um cara se interessar por uma guria, mas os outros atributos também contam bastante (por incrível que pareça).

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Papo reto: homem se importa bastante com beleza. Mas existem formas de mostrar que você pode compensar aqui e ali e ser alguém interessante aos olhos dele. Aqui vai uma lista de dicas para as mulheres que não são nenhuma Fox, Johansson ou Jolie.

1) Que me desculpem as belas, mas essencial mesmo é o charme. Você pode não ser o padrão de beleza, mas se souber usar o que tem no modo de falar, andar e se comportar, ganha muitos pontos.

2) Não ser bonita não significa não ser apresentável. Homens gostam de mulheres bem vestidas sim – por mais que ninguém vá ficar reparando nas suas roupas como o seu amigo gay. Se vestir bem, ter uma boa postura, saber utilizar as qualidades do corpo e outros aspectos vale muito a pena.

3) Vá além do batom vermelho e saiba chamar a atenção. Fale sobre coisas além de moda, novelas e assuntos que não interessam ao cara. Se gostar de futebol, fale sobre o seu time. Garanto que vai surpreender o cara positivamente.

4) 
Confie em si mesma. Insegurança não vai te ajudar nessas horas. Mostre pra ele que você confia no seu taco e que sabe utilizar o que tem para seduzi-lo. Ter atitude e firmeza nessas horas é ponto positivo.


5) Saiba provocar. Homens ficam loucos quando são provocados de uma maneira não óbvia e não vulgar. Apostar naquele vestido curto que deixa as tuas pernas mais atraentes é uma boa pedida. Mas manter o olhar e um sorriso meio de lado é matador!

6) Ria das piadas dele. Divirta-se com ele e mostre a ele que ele tem a capacidade de te entreter. Ria com ele também e participe da conversa de forma descontraída. Vai fazer com que ele goste da sua companhia.

7) Provoque a inteligência do cara por quem está interessada. Mostre que é inteligente  – não precisa ser nenhuma versão feminina do Albert Einstein também. Se ele se sentir desafiado, com certeza vai ver algo além em você e te achar interessante.

8) Tenha estilo próprio. Se você se destacar da multidão pelas coisas que fala e pensa, você será vista com outros olhos. O cara pode ser superficial, mas não é burro. Ele vai escolher a mulher que for interessante de uma maneira não óbvia.

9) Não escolha os mais concorridos. Infelizmente, muito homem ainda prioriza a beleza se tiver que fazer uma escolha imediata. Tente conhecer aquele nota 7 que você pensaria em dispensar. O cara, provavelmente, não vai ser um completo babaca e vai ver que você tem muito mais a mostrar que um simples rostinho bonito.
10) Seja simpática e converse com os amigos dele. Nada melhor pra um cara perceber que os amigos aprovam e te acham uma pessoa legal.
Autor: Por Casal Sem Vergonha | Yahoo! Brasil 

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Invista em unhas postiças para aproveitar a febre dos esmaltes


Os esmaltes coloridos tomaram conta das unhas das mulheres. Seja com efeito perolado, fosco, holográfico e até cobertos por glitter, eles deixaram de ser apenas uma pintura para se transformar em uma espécie de acessório de moda.

Mas, cá entre nós, é preciso estar com as unhas em dia para exibir um esmalte colorido e não estragar todo o seu efeito. Se você tem as unhas fracas, quebradiças, rói, ou simplesmente tem preguiça de ir ao salão toda semana para deixar as mãos impecáveis, as unhas postiças podem ser a solução para os seus problemas.
Gabriela Rocha, técnica em unhas da Cosmix Pro Nails, explicou ao R7 algumas das vantagens de usar as postiças.
- Uma das principais vantagens é que o esmalte não descasca. Na unha postiça, ele dura de dez a 15 dias. Hoje a mulher também não tem tempo de ir ao salão toda hora, então ela pode colar uma unha em casa e já ficar com as mãos em dia. Ou, se uma unha quebra, a postiça serve para ajeitar apenas esse defeitinho.

Gabriela explica que as unhas postiças vendidas em kits, que podem ser colocadas em casa, são feitas em plástico ABS. Elas devem ser fixadas com uma cola especial e duram de sete a dez dias.

- A cola vai ressecando com o tempo. O ideal é que a pessoa nunca arranque as unhas. Ela deve colocar o dedo de molho na acetona ou na água morna que a unha vai derretendo. Depois disso, é só lixar.

...A especialista ainda alerta que é preciso usar removedores sem acetona na hora de trocar o esmalte. Caso contrário, você corre o risco de ficar sem as postiças.

Outro alerta é no que diz respeito à cola. Use apenas produtos específicos para as unhas, ou seja, nada de querer experimentar outras colas nos seus dedos. Segundo Gabriela, várias mulheres usam produtos inadequados achando que as unhas irão durar mais.

- Tem gente que usa colas instantâneas [tipo Super Bonder] acreditando que vai durar mais. Mas esse tipo de cola não é solúvel em acetona. As colas específicas para as unhas são testadas e feitas especificamente para isso.

Unhas bonitas por mais tempo

Se você gostou da ideia de ter unhas postiças e acha que vale a pena investir em algo ainda mais duradouro, saiba que há métodos que duram anos.

As unhas de porcelana, por exemplo, são as opções mais resistentes entre as unhas postiças. Segundo Gabriela, elas duram mais de um ano se cuidadas da maneira correta. Há ainda opções acryl gel, que dão um efeito mais natural e duram cerca de dois meses; e as unhas de silicone, que são mais frágeis, porém, dão um resultado mais aproximado às unhas naturais.

As unhas feitas desses materiais devem ser aplicadas em salões, por profissionais especializados.

Desenhos e francesinhas

Se sua preocupação é apenas enfeitar as unhas, saiba que as postiças também podem atender o seu desejo. A marca Fing’rs, por exemplo, lançou recentemente as chamadas candy nails, que são unhas decoradas com efeitos em 3D, produzidos com porcelana.

Uma das novidades são as unhas com efeito em 3D, que trazem desenhos em alto relevo (Foto: Divulgação)

A decoração é parecida com as feitas em tinta, com a diferença de que ficam em alto relevo. Atualmente, a decoração é feita apenas em alguns estabelecimentos e custa, aproximadamente, de R$10 a R$20 por unha.

A marca Cosmix também lançou três novas linhas de unhas postiças. As coleções são apenas para as pontas, ou seja, são coladas no último pedaço da unha, criando francesinhas coloridas.

Saúde das unhas

Muita gente ainda não vê a saúde como principal aliada da beleza. Mas até no caso das unhas, o "ser saudável" é essencial. Por mais que as suas mãos estejam belas com as unhas postiças, é importante respeitar o prazo de validade delas e trocá-las de tempos em tempos, conforme a orientação de sua manicure.

Deixar a unha "respirar" não previne doenças

De acordo com a dermatologista Andreia Mateus, coordenadora do Departamento de Cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia, o principal problema das postiças é que as unhas naturais precisam ser lixadas.

- Isso enfraquece as unhas, deixando-as porosas e quebradiças, descamando e facilitando o aparecimento de micoses. As versões mais indicadas das postiças são aquelas que necessitam de pouco lixamento, como as de silicone em vez das de porcelana, por exemplo.

Até na hora de fazer as cutículas é necessário cuidado redobrado.

- As brasileiras têm mania de tirar muito a cutícula. Além de não ser necessário, muitas vezes isso gera infecções graves pela entrada de germes e bactérias, que podem gerar traumas no local. Limpar um pouquinho, sem aprofundar muito, já é suficiente.

A dermatologista também alerta sobre os riscos de usar esmaltes com formaldeído e tolueno.

- Essas substâncias são tóxicas e podem gerar alergia de contato, principalmente para quem tem as unhas sensíveis. O ideal, nesses casos, é procurar por produtos hipoalergênicos.

Na hora de tirar as unhas postiças, deixando-as em imersão na água quente, evite passar um esmalte por cima.

 Quem usa muito esmalte e unha postiça pode ficar com o que chamamos de "síndrome das unhas frágeis". Deixar as unhas em imersão na água quente antes de aplicar o esmalte ou a cola da unha postiça pode deixá-las descamando depois ou com algumas manchinhas brancas, pois elas ficam mais porosas, como o fio de cabelo com as escamas abertas. Isso facilita a perda de queratina e 'abre espaço' para a entrada das substâncias tóxicas dos esmaltes e da cola das postiças, enfraquecendo as unhas naturais.

O ideal é esperar algum tempo até elas secarem completamente e, só a partir daí, aplicar o esmalte ou a cola da unha postiça.

Fonte : http://entretenimento.r7.com/moda-e-beleza/noticias/invista-em-unhas-posticas-para-aproveitar-a-febre-dos-esmaltes-20101026.html
Autor : Nadia Heisler e Sara Uhelski, do R7

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Sem medo dos 30

A mulher atinge o auge de sua beleza aos 31 anos. É o que diz uma pesquisa realizada pelo canal de compras americano "QVC" divulgada na segunda-feira, 19. Segundo os realizadores do estudo, as próprias mulheres disseram que, com o passar do tempo, foram perdendo as inseguranças e se sentindo mais bonitas.

Ainda de acordo com a pesquisa, 63% das entrevistadas concordam que a idade melhora a beleza e que, quanto mais velha a mulher menos ela se importa com o que as outras pessoas pensam.

Analisando a trajetória humana, podemos dizer, sem forçar a barra, que chegar aos 30 anos já é uma vitória. Sim, porque foram vencidas as agruras hormonais da adolescência, as loucuras da fase dos vinte, quando as perspectivas de vida mudam a cada troca de calcinha, e até os primeiros rastros da flacidez e da celulite, que surgiram sem implicar diretamente em sessões dobradas de terapia. Só que, por mais que ela se esforce para se sentir uma vencedora, a mulher - e o homem também – de 30 anos acaba se deparando com uma perturbadora constatação: o jogo já pode até ter começado, mas só a partir de agora os pontos começam a ser contados. Assim, abre-se o placar da crise dos 30, um drama que assola muita gente, mas que, se vivida com equilíbrio, pode se converter no pontapé inicial de uma verdadeira e definitiva conquista.

Um bom exemplo disso é Tatiana Vargas, arquiteta, 37 anos. Há exatos dez, ela começou a sentir estranhos sintomas, ventos que denunciavam que o tempo ia virar logo, logo. "A crise dos 30 é uma espécie de TPM que dura uns três anos. E parece que o mundo conspira contra, até comercial de detergente faz com que você repense a sua vida", lembra ela. O auge de sua crise foi aos 31, quando Tatiana terminou um casamento de seis anos e resolveu continuar sua “auto-análise” dividindo cama e escova de dentes com um garotão dez anos mais novo. “Foi uma decisão corajosa, mas muito bem pensada. Na verdade, enquanto decidia o que fazer do meu casamento, tive o primeiro contato sério com minha maturidade. Fui muito feliz nessa fase”, conta. No entanto, a troca de travesseiros não significou o fim da turbulência interna na vida da arquiteta. “Fiquei pensando se eu não estava aceitando a minha nova idade, se aquilo não era um desejo meu de voltar à juventude pelo meu novo namorado. Mas decidi deixar essas neuroses de lado e aproveitar a vida que eu tinha escolhido”, conta ela. Por fim, Tatiana confessa que o que mais a atormentou foi a sensação de que, depois de virado o contador, qualquer erro poderia ser fatal. “Dá muito medo porque a sensação é de que as coisas são mais definitivas. Só que, se a gente não se permitir errar, seja lá em que idade for, não vamos nem sair da cama de manhã”, reflete ela.

O questionamento-chave que rege a trilha sonora dessa conturbada chegada ao portal das balzaquianas não poderia ser mais simples e mais complexo: “que diabos eu estou fazendo da minha vida?”. Mais do que o suficiente para torcer qualquer cabeça pelo avesso, essa perigosa perguntinha sabe, como poucas, ser dolorosa. Principalmente se a largada dos 30 também representa o término de prazo. “Quando cheguei nessa fase, parei e me perguntei o que eu já tinha realizado de concreto. Não encontrei nada. Tinha a minha vidinha, meus namorados, meu consultório. Mas tem muita coisa que a gente planeja conquistar até lá e não consegue”, confessa a dentista Cristiane Pinho. “Além disso, tinha medo de ficar careta, de virar uma velha, de me acomodar naquele marasmo. Hoje, no entanto, Cristiane, com 35 anos, volta à pergunta que lhe tirou o sono por algumas noites e descobre outras repostas. “Percebi que só passei bem por essa crise porque já tinha algum conhecimento da vida e alguma maturidade. Coisas que eu tinha conquistado ao longo dos anos, mas que até então, não tinha percebido”, conclui ela. “Isso só não adiantou muito quando começou a aparecer pé-de-galinha, pneu. E você reclama e todo mundo te chama de histérica, de exagerada. Só te deixa ainda mais possessa”, protesta.

A estilista Amanda Oliveira é outra que também reclama da falta de sensibilidade do espelho que, nessas horas, está longe de ser um bom amigo. “Não tem essa história de que aos 30 ainda se está inteira, que a pele tá linda, que a bunda não cai. Cai mesmo, perdemos o viço”, garante. Foi por essas e outras que a professora Luciana Soares preferiu a companhia muito mais compreensiva dos cremes e loções. “Estou no meio da crise dos 30 e já percebi que ela me transformou numa pessoa louca por cremes. Tenho todos os anti-rugas que você possa imaginar no meu banheiro”, conta. “Não sei se, com isso, estou compensando, mas realmente essa fase deixa a gente mais carente”, reconhece Luciana, que acabou encontrando nisso o lado mais legal da crise dos 30. “Estou mais próxima dos meus amigos do que nunca. Talvez porque estejamos todos passando pelos mesmos problemas, estamos bastante unidos, ninguém deixa nenhuma bola murchar”, conta ela.

A crise dos 30, entretanto, não é nenhum bicho-de-sete-cabeças. Muito pelo contrário, ela deve ser encarada como um pincher, aquele cachorro magro e pequenininho, metido a valentão, mas que, com um simples passa-fora, recolhe sua personalidade raivosa à sua insignificância física. “Ela pode se manifestar de muitas formas. Algumas se deprimem, outras mudam de emprego ou assumem novas responsabilidades. Mas tudo isso é fruto de uma profunda auto-avaliação”, resume a psicoterapeuta Maria Adelaide Ferraz. Segundo ela, a crise dos 30 anos é o primeiro ritual de iniciação na vida adulta. É a partir dela que se inicia o verdadeiro processo de autoconhecimento e que começamos a nos levar mais a sério. “É um período de cobrança por uma contribuição ao mundo própria, única, de respeito à individualidade”, explica. Por isso, para sair inteira de furacão, auto-estima é fundamental. “É importante ter confiança na própria capacidade e não se deixar imobilizar pelas dúvidas e pela cobrança excessiva”, diz Maria Adelaide. O resultado disso é sabedoria, algo fundamental para a aproveitar a vida que, afinal de contas, está apenas começando.
 

Elas são mais maduras, sensuais, menos tímidas, mais realistas e, principalmente, vividas. As balzaquianas, como ficaram conhecidas as mulheres de 30 anos, já suportaram muitos preconceitos pelo estigma que essa palavra trazia. Com tom pejorativo, muitas vezes eram rotuladas como "balzaquianas encalhadas", já que, antigamente, para se viver um romance era preciso ter no máximo uns 20 e poucos anos. O escritor francês Honoré Balzac, que viveu no início do século XIX, foi o primeiro a falar da incompatibilidade de casais e trazer à tona a discussão sobre a idade feminina. Foi ele quem considerou as de 30, mulheres no ápice da sua vida sexual, que conhecem como ninguém a arte de seduzir e encantar, e têm muitas histórias para contar.

Quando se está na faixa dos 20, há um certo temor em chegar aos 30. Muitas idéias na cabeça, sonhos, desejos e o medo de não alcançá-los. Mas até lá falta muito, é o que se pensa. A estrada parece ser longa. Então, o negócio é aproveitar. Nenhuma preocupação com o corpo, muito menos com a mente. E como o tempo não pára, os 30 chegam. "Antes eu fantasiava demais, vivia no mundo dos sonhos e ilusões. E é impressionante a mudança que aconteceu quando entrei nos 'inta'", declara a produtora de moda Flávia Dantas, de 31 anos, que passou a perceber com mais nitidez o mundo à sua volta. "Luzes acenderam na minha cabeça, idéias clarearam, fiquei mais intuitiva e, o que é melhor, passei a ter orgasmos múltiplos. Agora me conheço, estou mais solta, faço o que gosto com menos pudor, mesmo nas vezes em que encano com minhas celulites e a bunda caída. Isso é que dá sair com garotinhos de 20", diverte-se.

Mas nem tudo são flores. Flávia se encontra numa tardia crise dos 30, como define. Está vivendo sobre pressão, pois não tem lugar para morar, está abrindo uma empresa sem dinheiro e não tem namorado. "Há uma cobrança muito grande da sociedade para você dar certo profissional e socialmente e isso significa bom emprego e casamento. Então, me sinto devendo. Recomecei minha carreira agora, numa idade que sempre me imaginei bem resolvida", lamenta ela, que pelo menos se sente mais capaz em fazer acontecer. Flávia confessa que não tem mais o gás de anos atrás, mas a maturidade e os pés no chão lhe dão mais segurança de seguir o caminho que realmente quer, preocupando-se, é claro, com sua saúde. "Penso duas vezes antes de cair na noite. Amanhã não quero acordar com ruguinhas e olheiras", brinca.

O tempo passa, mas parece que os valores continuam os mesmos. Não faz muito tempo que o casamento deixou de ser visto como prioridade pelas mulheres, ou pelo menos por algumas delas. No entanto, no livro 'A Mulher de Trinta anos', de Balzac, a psicologia feminina é retratada com muita coerência e atualidade. Sua personagem principal, Júlia d`Àiglemont, é o primeiro retrato da mulher mal casada, consciente da razão de seus sofrimentos e revoltada contra a instituição imperfeita do matrimônio. A única coisa que a psicóloga Laura Rosa imaginava era estar casada aos 30. Nem passava na sua cabeça a profissional, a mãe ou a solteira. Tinha o sonho e correu atrás. "Casei aos 27 anos e por pressão minha. Tinha medo de 'chegar lá' sem marido. Na virada das décadas eu ainda estava casada, mas já começava a ser infeliz. Com 31 não agüentava mais a monotonia e o tédio do meu casamento e me separei", lembra ela, que revolucionou a vida depois do divórcio. Fez uma pós-graduação, emagreceu, conheceu pessoas e passou a ter prazer na própria companhia. "Me acho tão interessante, madura, agradável e inteligente que estou bem só. Mas essa clareza me veio aos trinta", afirma essa balzaquiana feliz, que pelo seu julgamento, não tem mais a beleza óbvia dos seus 20 e poucos, mas tem o que falar e muito a fazer.

Como na adolescência, a mulher desabrocha depois dos 30 anos. Adquire um ar mais sensual e os hormônios, mais harmonizados, borbulham diferente. A pele tem outra textura, o cheiro fica mais forte e elas, mais sensíveis. "Me sinto mais mulher. Já casei, separei e minha filha já tem 10 anos. Já pude sentir no meu corpo muitas sensações femininas intensas. Tenho uma história que não se compara a nada, mas o melhor seria ter o mesmo corpinho e carinha dos meus 20 anos e a cabeça dos 38", deseja a empresária Silvia Freitas, que confessa ter medo de envelhecer apesar de estar trabalhando bem essa questão. "É difícil notar e aceitar algumas mudanças, do tipo abaixar e perceber que meu rosto dá uma despencada, mesmo que sutil. Mas como isso não é tudo, vou buscar desenvolver meu lado espiritual e concretizar meus projetos de vida", ensina ela, que ainda se considera uma perdida profissionalmente apesar de saber do que gosta. Silvia explica que só começou a viver mesmo aos 29, quando se separou e ficou encantada. Segundo ela, nessa fase, engolia a vida e os homens, é claro.

Para o psicólogo Paulo Próspero, as balzaquianas realmente vivem um florescimento de valores intelectuais e espirituais. "É uma conjunção imbatível: elas aliam belos dotes físicos, a maturidade pessoal e encontro espiritual", define. Mas, para ele, há uma mudança no padrão das 'balzacas'. Diferente do início do século XIX, quando Balzac escreveu seu livro e trouxe uma nova realidade para a sociedade, hoje ele vê esse período mais alongado, com mulheres de 40 e 50 anos vivendo na sua plenitude. "Elas se cuidam mais e têm a possibilidade de fazerem uma manutenção física melhor. Fora a experiência de vida, pois o tempo é uma grande escola para quem quer aprender. E além de bonitas, elas têm bagagem", avalia.

Parece que a vida começa aos trinta. Ou pelo menos um novo sentido de vida, onde as dúvidas vão se modificando, os medos são substituídos e os valores aperfeiçoados. Aos 36 anos, a jornalista Cristina Fernades não tem mais 'aquela' ansiedade. Sabe esperar, entender e procurar. "Sei a hora de caminhar e voltar e faço as coisas acontecerem. Não tenho mais aquele corpinho de uma gatinha. Mas sei como ter e dar prazer. Aprendi a cobrir e despir com classe e segurança. Dane-se os peitos caídos ou as celulites que cismam em se instalar nas minhas coxas", revela. Cristina tem o rosto ainda sem marcas, fruto dos cremes milagrosos e de sua disciplina árdua. Mas os olhos são expressivos e com bolsas que carregam a bagagem do que viveu e, segundo ela, das mágoas que chorou.

E como já dizia Balzac em seu livro: "Uma mulher de trinta anos tem atrativos irresistíveis para um rapaz... obedece a um sentimento consciente. Escolhe... dando-se. A mulher experiente parece dar mais do que ela mesma, ao passo que a jovem, ignorante e crédula, nada sabendo, nada pode comparar nem apreciar... Uma mulher... se esconde sob mil véus... Afaga todas as vaidades... Chegando a essa idade, a mulher sabe consolar em mil ocasiões em que a jovem só sabe gemer. Enfim, além de todas as vantagens de sua posição, a mulher de trinta anos pode se fazer jovem, desempenhar todos os papéis, ser pudica e até embelezar-se com a desgraça", finaliza.



Fonte: http://msn.bolsademulher.com/estilo/balzaquianas-2782-1.html
Autor: Redação Redação Bolsa Mulher / Clarissa Martins 

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Autoestima tamanho GG

Bem resolvidas em tudo, elas se unem em prol da aceitação e da troca de informações. É hora de aliviar esse preconceito duplo (de ser negra e gordinha) e trazer à tona outra realidade de sucesso
Daniela Lima, colunista do blog Mulherão
O que Queen Latifah, 40 anos, Oprah Winfrey, 56, e as premiadas estrelas do filme Preciosa, Mo’Nique, de 42 anos e Gabourey Sidibe, de 26, têm em comum? Todas são negras e esbanjam elegância e voluptuosidade, e chamam a atenção de todos os críticos de plantão pela maneira como se relacionam com suas curvas e aparência de forma tão natural. E no quesito atitude, elas dão um banho de estilo.
Na Renascença, mulheres gordinhas eram o padrão de beleza da época e sinônimo de sensualidade. Musas inspiradoras de grandes artistas, como Michelangelo Buonarroti e Leonardo da Vinci, tinham curvas femininas e volumosas. Já no Brasil modernista, avesso ao abstracionismo, o pintor Di Cavalcanti tinha preferência por figurações de temáticas voltadas para o social e adorava pintar as mulheres brasileiras, principalmente as mulatas, devido à sensualidade.
Atualmente o que vemos nas revistas, na publicidade, na televisão, no cinema e nas semanas de moda são modelos lindas, quase sempre magérrimas, à la Gisele Büdchen. Mas, se fisicamente as gordinhas não se reconhecem nas capas de revista, é porque o padrão mudou, porém, não foi esquecido.
Foi nas passarelas da última Semana de Moda em Londres que apareceram as primeiras tendências para o outono-inverno 2010/2011, da grife Mark Fast que incluiu, não apenas modelos plus-size em seu casting, como também roupas que acentuam os corpos exuberantes das modelos. Na Fashion Week de Milão, a marca feminina Elena Miró já havia apresentado na abertura de seus desfiles looks para mulheres de tamanho acima de 46. Claro que em ambas as ocasiões, houve quem não aprovasse a nova tendência em um mundo onde o 38 parece ser unanimidade. Mas o mercado editorial e os fabricantes de roupas começam a ver com mais atenção este público consumidor. A modelo Kate Dillon, que ilustra atualmente inúmeros editoriais de moda para gordinhas, é capa da edição da Vogue americana, vestindo um justíssimo colant tamanho extragrande, e conta na revista sua trajetória de ex-modelo , até a sua chegada ao posto de supermodel com o aumento de peso e, consequentemente, da numeração. Já a versão italiana da revista criou uma seção, a Vogue Curvy, dedicada às mulheres mais cheinhas, com preciosas dicas de lojas e combinações que valorizam as formas volumosas. Foi um sucesso entre as leitoras! A publicação americana V Magazine trouxe em uma edição a atriz Gabourey Sidibe na capa e, como recheio, um editorial inteiro só de modelos plus-size, com estilo pra lá de sexy.A mulher tipicamente brasileira, a que tem um corpo diferenciado por seu tamanho, já sofre preconceito duplamente. Sendo negra, triplamente: primeiro pela cor da pele, depois por ser gorda e, muitas ainda sofrem discriminação por não conseguirem se adequar aos rígidos padrões da moda”, diz Sandra Ebener, jornalista e criadora do site Mundo G+, voltado para assuntos sobre mulheres e pessoas gordinhas, gordas ou obesas, enfi m, pessoas diferentes do modelo padrão, como ela diz. “Agora chegamos à TV, com o Programa Fashion & Plus que, apesar do pouco tempo no ar, já disse a que veio”.
"A MULHER TIPICAMENTE BRASILEIRA, A QUE TEM UM CORPO DIFERENCIADO POR SEU TAMANHO, JÁ SOFRE PRECONCEITO DUPLAMENTE. SENDO NEGRA, TRIPLAMENTE"
Fonte :   http://racabrasil.uol.com.br/cultura-gente/
Autor :  jornalista Sandra Ebener, criadora do site Mundo G+

sábado, 10 de julho de 2010

Corte feminino de cabelo em SP pode custar mais de R$ 400

Cabeleireiros de celebridades alegam qualidade no serviço.
Wanderley Nunes, que cobra R$ 350, tem fila de espera


Grazi MassaferaGrazi Massafera corta o cabelo com Celso Kamura (Foto: Carolina Iskandarian/ G1)
O salão MG Hair, de Marco Antonio de Biaggi, nos Jardins, bairro nobre de São Paulo, está aberto graças a uma liminar. É que a Prefeitura reclama de construção irregular. De acordo com um levantamento feito pelo G1 em oito salões da capital, o de Biaggi é o mais caro de todos. Cobra R$ 430 pelo corte feminino. E ele só corta cabelos de mulheres. Por isso, a notícia ganhou destaque, até pelo número de celebridades que batem ponto no local. Nesses espaços de beleza bastante badalados, clientes pagam caro para arrumar as madeixas. E tem gente na fila de espera.
A atriz e modelo Grazi Massafera não abre mão das tesouradas de Celso Kamura, de quem é amiga há seis anos. Quando está livre dos compromissos publicitários que envolvem sua imagem, ela corre para o salão do cabeleireiro, nos Jardins, área nobre da capital paulista. “Ele é perfeccionista. Minha sogra vem cortar o cabelo com ele e se transforma. Não é um corte. É uma transformação”, afirma a atriz, desfiando elogios ao amigo.
Grazi foi ao Estúdio C. Kamura na tarde de terça-feira (5) para fazer cabelo e maquiagem, já que estaria no lançamento de uma nova linha de calçados naquela noite. No salão, o corte com o cabeleireiro sai a R$ 300. Se for outro profissional, o preço passa para R$ 200. “Corto em 20 minutos. Atendo de meia em meia hora”, explica Kamura, há 32 anos na profissão.
De acordo com ele, o preço alto é justificável: “Os nossos valores dependem dos custos fixos do salão, como aluguel , conta de água”. Em seguida, completa. “As mulheres sabem o que é qualidade. O bom atendimento e o nível delas são sinalizadores (do meu trabalho)”, diz o cabeleireiro, que, no mesmo dia, atenderia no salão a ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy.
Studio W
Wanderley NunesWanderley Nunes muda o visual da atriz Beatriz
Tragtenberg (Foto: Carolina Iskandarian/ G1)
Famoso por suas tesouradas, Wanderley Nunes, dono do Studio W, segue o mesmo discurso. Ele cobra R$ 350 pelo corte feminino e R$ 185 pelo masculino. “Quem vier aqui vai pagar o mesmo preço dos melhores salões. É bem compatível com o que a gente oferece. No salão de bairro é diferente, mas você não encontra os melhores profissionais”, sustenta o cabeleireiro de Guilhermina Guinle e da primeira-dama Marisa Letícia.
Na quarta (7), lá também estava a simpática atriz Beatriz Tragtenberg. O próprio Wanderley mudou o visual dela no salão que fica na cobertura do Shopping Iguatemi, nos Jardins. “Venho sempre que posso aqui. Ele faz um corte moderno, lindo de morrer, que eu posso usar em casa. Ele se ajeita sozinho”, diz Beatriz, feliz com o resultado. O cabeleireiro diz que “adora” a opinião das clientes na hora do corte, que ele resolve em 20 minutos.
“A gente tem que mostrar a relevância no atendimento da cliente. A gente não quer falar das estrelas, mas dela”, afirma Nunes, que, hoje, tenta não deixar suas mulheres esperando mais de uma semana para acertar o cabelo. “Cheguei a ter oito, dez meses de agenda lotada, com fila de 500 pessoas. Comecei a dividir isso.”
Cobrando R$ 400 de suas seletas clientes, o cabeleireiro Mauro Freire é o que tem o segundo preço mais caro na capital, de acordo com o levantamento. Se ele cortar o cabelo dos homens, o preço é R$ 260. Com os outros profissionais da Casa Mauro Freire, que também fica nos Jardins, os valores são de R$ 250 para elas e R$ 180 para eles. No local, entre os mimos citados no site, estão “comidinhas deliciosas” e “drinks especiais”.
Quem procura o cabeleireiro também badalado Marcos Proença vai desembolsar R$ 280 pelo corte feminino. O masculino custa R$ 190. Se o serviço não for com o dono do salão, a cliente paga a partir de R$ 180. Já para os homens, o novo penteado vai sair a R$ 130. Para mostrar o resultado na hora, os cortes são realizados com os cabelos secos.
Por meio de suas assessorias de imprensa, Biaggi e Mauro Freire, que têm os preços mais caros, alegaram problemas de agenda para dar entrevista. Os outros salões pesquisados foram o Beka Internacional, o De La Lastra e o L´Officiel.

 Fonte : www.g1.com.br
 Autor: Carolina Iskandarian Do G1 SP

sábado, 3 de julho de 2010

Qual o melhor tratamento para seu tipo de estria?

Tratamento para estrias brancas, largas e profundas


Laser fracionado + subcisão

Como é

O tratamento começa com duas ou três sessões de laser fracionado, que promove microperfurações na pele, destruindo e aquecendo as fibras de sustentação. A função é melhorar a textura e alisar a pele. Quando os hematomas tiverem desaparecido – em cerca de 15 dias –, é feita a subcisão, um método cirúrgico ambulatorial que utiliza uma agulha com ponta cortante para descolar a derme profunda, traumatizando-a. “Isso estimula a formação de colágeno e recupera parcialmente a estria. Como o corte é pequeno, não há necessidade de pontos”, esclarece a dermatologista Cláudia Magalhães, de Recife.

O que esperar

Redução da largura e da profundidade das estrias. O resultado só aparece entre 30 e 60 dias, tempo que o colágeno demora para se regenerar.

Dói?

É comum o laser provocar inchaço nas primeiras 24 horas e hematomas por duas semanas. Após a subcisão, o local fica dolorido e com hematomas por até uma semana. Não dá para malhar por três dias e o sol fica proibido por um ou dois meses.

Número de sessões

Entre três e cinco de laser, a cada 15 dias, e uma ou duas de subcisão, com intervalo de 60 dias.
 
Tratamento para estrias brancas, superficiais e estreitas


Radiofrequência

Como é

Durante meia hora, as ondas disparadas pela ponteira desse equipamento atingem e aquecem a camada mais profunda da pele. “Consequentemente, há contração e aumento das fibras de colágeno, a reorganização dos tecidos de sustentação e a aproximação das bordas das estrias”, afirma Patrícia Rittes, dermatologista de São Paulo.

O que esperar

Após quatro sessões, o aspecto das estrias é reduzido em até 60%.

Dói?

A área costuma ficar quente durante alguns minutos, mas o tratamento é praticamente indolor. Durante uma semana, é contraindicado tomar sol.

Número de sessões

Entre oito e 16, com intervalo de três semanas.

Laser fracionado

Como é

Feixes de luz são direcionados para a estria e penetram a pouco mais de 1 milímetro de profundidade na pele. “Nesse ponto, a energia estimula a produção de colágeno e elastina preservando boa parte das células, o que acelera o processo de cicatrização”, diz o dermatologista Paulo Barbosa, de Salvador.

O que esperar

Uma única sessão promove uma melhora de cerca de 30% das linhas e o tratamento completo chega a 80%.

Dói?

O calor gerado pelo laser causa desconforto, mesmo sendo amenizado pela ponta de safira do aparelho, que resfria a pele. A área fica dolorida por alguns dias.

número de sessões

De quatro a cinco, com intervalo de um mês.

Peeling de cobre + Intradermoterapia

Como é

Primeiro é feito o peeling, que provoca uma microesfoliação e estimula a produção de colágeno e elastina. “O cobre reage com uma enzima da pele responsável pela produção de melanina, fazendo a estria voltar a ter a mesma tonalidade do restante do corpo”, explica a dermatologista Cristine Almeida de Carvalho, de São Paulo. Em seguida, é injetado na camada superficial um mix de substâncias capazes de reconstituir e devolver a elasticidade, firmeza e hidratação cutânea.

O que esperar

O resultado aparece, em média, após cinco sessões e a melhora das estrias varia entre 70% e 80%.

Dói?

As picadas são um pouco doloridas e deixam a pele sensível, daí a recomendação de não usar roupas justas, fazer ginástica e usar cremes ou óleos corporais no dia da aplicação. Tomar sol, só depois de um mês. Quanto ao peeling, ele deixa a região avermelhada e descamando por três dias.

Número de sessões

Quinze, com intervalo de uma semana.

Carboxiterapia

Como é

“Um equipamento injeta gás carbônico no tecido subcutâneo para dilatar os vasos sanguíneos e estimular a formação de colágeno, preenchendo as estrias de dentro para fora”, diz a dermatologista Valéria Campos, de Jundiaí (SP).

O que esperar

O resultado aparece a partir do segundo mês de tratamento e a melhora das estrias pode chegar a 50%.

Dói?

A sessão de 15 minutos de picadas é dolorida, porém suportável, e quando um vasinho é atingido a região pode ficar roxa por três a cinco dias, período em que você precisa ficar distante do sol.

Número de sessões

Doze, uma por semana.
 
Tratamentos para estrias vermelhas e arroxeadas


Infravermelho + Ácido retinoico

Como é

Um aparelho com ponteira de cristal dispara raios infravermelhos que aquecem as camadas mais profundas da pele, provocando a sua retração e produzindo mais fibroblastos, que são as células formadoras do colágeno e da elastina. “Meia hora depois é aplicado o ácido retinoico, que também estimula o aumento das fibras de sustentação da pele”, explica o dermatologista João Carlos Pereira, de São José do Rio Preto (SP).

O que esperar

Três meses após o tratamento, o aspecto das linhas melhora entre 40% e 80%, dependendo da largura.

Dói?

O desconforto do infravermelho é suportável. A coloração das estrias fica mais intensa nos primeiros dias e vai clareando aos poucos.

Número de sessões

No mínimo três, uma por mês.

Luz intensa pulsada + Ácido retinoico

Como é

“O tratamento começa com a aplicação da luz intensa pulsada, que promove a regeneração das estruturas da pele, além de tratar os vasos dilatados que dão a aparência avermelhada”, fala a dermatologista Flávia Martelli, de São Paulo. Em seguida, é aplicado o peeling de ácido retinoico, que otimiza a ação da luz.

O que esperar

O tom da pele fica entre 30% e 80% mais uniforme e as estrias tornam-se mais finas.

Dói?

A pele fica sensível e pode descamar de cinco a dez dias. Durante uma semana deve-se evitar atividades físicas intensas e banhos quentes. A exposição solar está liberada depois de um mês.

Número de sessões

Entre três e seis, com intervalo de um mês.

Peeling de cristal + Ácido retinoico

Como é

Os dois tratamentos são feitos na mesma sessão. “Primeiro, vem o peeling de cristal, que libera jatos de pó de óxido de alumínio para esfoliar e facilitar a penetração do ácido retinoico, que descama a pele e estimula a produção de colágeno”, fala a dermatologista Jozian Quental, de São Paulo.

O que esperar

No final do tratamento, há uma melhora de até 40% na textura das estrias, que também ficam mais claras.

Dói?

Não, causam apenas vermelhidão por duas horas e descamação suave durante uma semana.

Número de sessões

De 15 a 20, com intervalo de dez dias.

Vitamina C + Luz intensa pulsada

Como é

A vitamina C a 22% é injetada com uma agulha fininha na camada superficial da pele. “O ativo age nos vasos que dão a coloração avermelhada às estrias e estimula a aproximação das bordas, deixando-as menos visíveis”, diz Patrícia Rittes. Em seguida, durante meia hora, entra em ação o equipamento de luz intensa pulsada. Ele tem uma ponteira que dispara uma energia que promove a contração da derme auxiliando o afinamento das linhas.

O que esperar

O resultado aparece a partir da quarta sessão e até o fim do tratamento as estrias ficam cerca de 60% mais claras e finas.

Dói?

As picadas incomodam e podem deixar hematomas por três a cinco dias. Nesse período, é recomendado ficar longe da ginástica, evitar roupas justas e não tomar sol.

Número de sessões

Dez de vitamina C, uma a cada 15 dias, e quatro de luz pulsada, com intervalo de três semanas.
 
Fonte : http://boaforma.abril.com.br/beleza/corpo/qual-melhor-tratamento-seu-tipo-estria

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Pés e Rosto

Nos pés
Escalda pés

Ritual para o relaxamento dos pés e alívio das tensões provocadas pelo uso de salto.

Ingredientes:
Recipiente com água entre 34 e 36 graus;
4 gotas de óleo essencial de lavanda (relaxante);
4 gotas de óleo essencial de bergamota (antisséptico e desodorante);
Flores em cores calmantes (lilás,rosa,branco);
Bolinhas de gude de cor azul.

Fique com os pés em imersão durante 10 minutos. Depois, seque os pés e aplique um creme hidratante com movimentos circulares e ascendentes, ou seja, debaixo para cima para ativar a circulação.

No rosto
Máscara para o rosto
Ingredientes:
50ml de água filtrada
50g de aloe vera
50g de pepino

Bater os ingredientes até ficar cremoso. Aplicar a máscara de forma uniforme evitando a região dos olhos e retirar após 20 minutos com água.
A máscara tem ação restauradora e protetora do tecido cutâneo.

Corpo


Esfoliante Natural

Ingredientes:
5 Colheres de chá de óleo de amêndoa
4 Gotas de óleo essencial de lavanda (ação relaxante)
4 Gotas de óleo essencial de camomila (ação calmante)
2 Colheres de sopa de gergelim branco

Preparo:
Misture em um recipiente todos os ingredientes. Umedeça o corpo e espalhe com movimentos circulares e capriche nas regiões mais vulneráveis a ressecamento como joelho,cotovelo e pés. Aguarde 15 segundos e se entregue a uma ducha morna.

Fonte : http://revistacorpoacorpo.blog.uol.com.br/