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Neste blog você encontra sobre dicas de beleza, fofoca, relacionamento a dois,melhor das revistas sobre sobre comportamento feminino,atualizações do que aconteceu durante a semana na internet.

Enfim vivendo e aprendendo !

" Olá...aprender a viver também faz parte de uma vida saudável "

" A vida é um episódio só, nossa chance única neste teatro do mundo. Só temos direito a uma apresentação. E ela tem de ser gratificante. "
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segunda-feira, 2 de julho de 2012

10 dicas para melhorar sua relação

Seja feliz com seu amor. (Foto: Thinkstock)Infelizmente tenho visto crescendo cada vez mais o número de pessoas que terminam relacionamento por se sentirem infelizes e pouco correspondidas. Até aí, tudo bem, porém, sinto que as pessoas estão cada vez mais perdidas em relação a qual atitude tomar, o que se deve fazer para melhorar o relacionamento e através das dificuldades preferem optar pelo término ao invés de tentar melhorar.

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Meu marido não me procura mais. E agora?


Após anos de atendimentos pude perceber que existem situações que se repetem na maioria dos relacionamentos que fracassam. Foi aí que tive a idéia de elaborar algumas dicas simples que fazem uma enorme diferença para o relacionamento dar certo.

Aí vão 10 dicas básicas, mas muito importantes:

Comunicação, a base do sucesso – Nunca existirá nenhum tipo de relacionamento, seja afetivo ou profissional, que consiga prosperar sem uma comunicação honesta e transparente. Vejo muitos pacientes, principalmente mulheres dizendo: "Tenho medo de falar o que penso, pois ele pode não gostar e terminar a relação". Minha pergunta é: "Um relacionamento assim é honesto?". Não... não é honesto. É muito importante seu parceiro saber o que está acontecendo, saber seus medos, suas insatisfações, suas angústias, para que aí sim, entendendo suas emoções poderá corresponder aos seus anseios. Ninguém nunca irá melhorar sem saber o que o outro sente e pensa.

Elimine o fantasma – Quando digo elimine o fantasma, faço uma relação direta com a comunicação. As vezes as pessoas começam a entrarem devaneios, achando que o parceiro não ama mais, trai, está sem motivação, etc. Costumo dizer repetidamente que qualquer pequena preocupação ou fantasia negativa que se tem dentro de um relacionamento e esta não é compartilhada com o parceiro, a fim de resolver, certamente virará um mostro avassalador que destruirá a relação.

Seja um bom ouvinte – É importante ouvir o parceiro antes de julgá-lo. Muitas pessoas quando ouvem alguma crítica de seu parceiro, antes mesmo de deixá-lo expor todas as suas idéias, já acabam se entorpecendo pela raiva e começam a se defender e muitas vezes agredir. Ouvir é fundamental e extremamente importante para o crescimento da relação. Só sabendo ouvir você conseguirá perceber o que está acontecendo com a relação. O que seu parceiro está sentindo, o que espera e aí sim, construir uma base sólida.

Aprenda a conceder – Nesta dica quero deixar em destaque uma frase que acho bastante importante: ninguém veio ao mundo para suprir todas as suas expectativas! Existem pessoas dentro de um relacionamento que acabam sendo inflexíveis, achando que o parceiro deve ser o que idealizou. Grande erro! Temos nossa individualidade, nossas vontades pessoais, ambições, portanto, é importante conceder para uma relação equilibrada. Porque proibir seu marido de jogar aquele futebolzinho de final de semana? Porque proibir a sua esposa de rever as amigas de colégio? Para muitos estas frases podem parecer surreais, mas para uma grande maioria, estas fazem parte do cotidiano. Não haverá felicidade na relação se não houver a flexibilidade, entendendo sempre as necessidades do outro, afinal quem ama quer ver o outro feliz!

Valorize sua individualidade – Um erro clássico que ocorre com freqüência é diminuir ou finalizar totalmente os relacionamento com amigos, familiares, ao iniciar uma relação. Obviamente que todo começo de relacionamento é algo fantasticamente prazeroso, porém, não podemos deixar a nossa vida de lado pela relação. Seria jogar todas as responsabilidades em seu parceiro. Isso sobrecarregará a relação. Assusta-me a frase “ele é o ar que eu respiro” ou, “a razão do meu viver”. Negativo, leitor. O ar que você respira chama-se oxigênio e a razão do seu viver é a felicidade. O relacionamento tem que ocupar apenas um núcleo dentro de nossa vida. Costumo dizer que temos o núcleo família, o núcleo amigos, o núcleo trabalho, outros núcleos e o núcleo relacionamento será mais um, apenas mais um que certamente somará a sua vida.

Controle o seu ciúme – Pesquisas mostram que até o bebê desenvolve o ciúme logo nos primeiros meses. É normal queremos valorizar o que é nosso, é normal queremos cuidar, é normal não querermos perder, porém, sufocar alguém com seu ciúme, isso levará com toda a certeza ao fracasso da relação. Ninguém é feliz com alguém desconfiando 24 horas por dia, monitorando “via satélite” cada passo dado. Isso tornará insuportável, portanto, tenho uma dica a seguir para controlar este ciúme.

Valorize-se e cuide de sua autoestima – A única forma de diminuirmos o ciúme doentio é cuidar de nós mesmos. Se valorize, busque o equilíbrio, invista em você, cuide de seu corpo, de sua saúde emocional. Quantas vezes percebo pessoas priorizando o outro ao invés de priorizar a si mesmo. Não estou falando de egoísmo, mas quanto mais eu me sinto inferior, feio, desequilibrado, mais eu acho que meu parceiro irá me trocar por qualquer outra pessoa. Quanto mais estou de bem comigo mesmo, mais me sinto valorizado e mais certeza eu tenho que sou merecedor do afeto do outro, sentindo que valho a pena.

Use a criatividade – No começo do relacionamento pensamos sempre em surpreender o parceiro. Escrevemos cartinhas, mandamos flores, mensagens, torpedo. Depois surge a síndrome do “passei pro nome”, ou seja, baseado na segurança de que o parceiro está totalmente na sua, você acaba aniquilando sua criatividade e investimentos na relação. Deixam de dizer eu te amo, deixar de mandar os torpedinhos, entram totalmente na rotina. Que tal cuidar da relação diariamente? Nunca irei me esquecer de uma senhora que atendi a alguns anos, de aproximadamente 60 anos, que me disse que ela e o marido instituíam a sexta-feira do casal. Independente de terem filhos, desde que se casaram todas as sextas feiras eram ocupadas por um programa a 2, apenas a 2. Afirmo com convicção que mesmo aos 60 anos, ela dizia que as sextas feiras se sentia a “namorada de sempre”.

Não compare o passado com o presente – Se alguém tem o desejo de que o parceiro desperte os mesmos sentimentos das primeiras semanas, ou tenha as mesmas atitudes dos primeiros dias de namoro se frustrará com toda certeza. No início de todo relacionamento todos nós temos aquele friozinho no estômago, aquela vontade de falar absolutamente em todos os minutos. Isso ocorre muito pelo fator novidade. Todas as situações novas geram maiores expectativas, portanto, aquele momento sempre será único, o que não pode em hipótese alguma desmerecer os momentos seguintes. As sensações mudam, as atitudes mudam, porém, devemos valorizar os pequenos sinais de afeto para tornar o relacionamento cada dia tão importante quanto o dia anterior.

Não se prive de demonstrar afeto – Muitas pessoas pensam da seguinte forma: não vou ficar falando que amo, que adoro, que estou apaixonada, pois o parceiro irá se sentir muito seguro e conseqüentemente não valorizará a relação. Obviamente sempre sugiro: não se coloque na “bandeja”. O ser humano carece de conquistas, portanto, a plena e total segurança pode desvalorizar a relação. Porém, nunca deixe de expressar o que sente. Não tenha medo de ser feliz e obviamente se este amor e dedicação não forem correspondidos, pense que quando escolhemos alguém, deixamos outras várias oportunidades de lado, portanto, tem que valer a pena.

Seja feliz!!!!

* Alessandro Vianna é psicólogo clínico e sente um enorme prazer em estudar e entender o comportamento humano. Clique neste link para conhecer melhor o seu trabalho. Envie suas dúvidas para o e-mail falecomigo@alessandrovianna.com.br, com o assunto “Yahoo! – Dúvidas”, e conte sua história.
Por Alessandro Vianna*, especial para o Yahoo! | Yahoo! Brasil

http://br.mulher.yahoo.com/10-dicas-melhorar-rela%C3%A7%C3%A3o.html

domingo, 25 de setembro de 2011

Mateus Solano se casa no Rio

Mateus Solano se casou com Paula Braun neste sábado, 24, em um hotel em Santa Teresa, Zona Sul do Rio. O casal, que está junto há três anos e tem uma filha, Flora, de 11 meses, resolveu oficializar a união. Flávia Alessandra, Sérgio Marone e Lila Cabral estiveram no casamento.


Adorei o vestido dela, quando eu me casar e dependendo da minha idade e do tempo,meu estado de espirito.Usaria concerteza  para uma cerimonia de poucos convidados.Achei simples e casual.
Aprovado !

Paula Braun (Blumenau25 de abril de 1979) é uma atriz e produtora brasileira, que vive noRio de Janeiro, e desde muito cedo se apaixonou pelo cinema e pelo teatro.
Seu primeiro trabalho foi aos 13 anos na peça “Vedor”, na sua cidade natal. Desde então seguiu participando de diversas outras produções e projetos. Tem um relacionamento com o ator Mateus Solano, que atuou na novela Viver a Vida, em que interpretou os gêmeos Jorge e Miguel.
Mateus Solano Schenker Carneiro da Cunha (Brasília20 de março de 1981) é um atorbrasileiro de criação judaica[1], que se tornou conhecido após interpretar Ronaldo Bôscoli na minisserie da Maysa - Quando Fala o Coração e os gêmeos Miguel/Jorge em Viver a Vida (telenovela).

domingo, 3 de abril de 2011

Morar junto

Autor : Abilio Diniz
Fonte : http://abiliodiniz.uol.com.br/qualidade-de-vida/amor.htm

Companheiros divergem quanto às razões

Mesmo sem formalizar a união, é cada vez mais alto o número de casais que decidem morar junto. Embora a decisão seja dos dois parceiros, uma pesquisa da Universidade de Michigan mostra que homens e mulheres possuem motivos muito diferentes para dividir o mesmo teto.


Realizado com 192 casais na faixa dos 20 anos, o estudo constatou que, no geral, há três razões fundamentais para que a vontade de morar junto se torne realidade: o desejo de passar mais tempo com o companheiro, a divisão de contas e um teste de compatibilidade entre os dois. Mas, na hora de explicar essas motivações, as divergências surgem.

Segundo a socióloga responsável pelo trabalho, Pamela Smock, os homens citaram o "sexo" como uma razão para viver junto com uma freqüência quatro vezes mais alta do que as mulheres. Já as mulheres colocaram o "amor" no topo dos motivos para dividir o mesmo lar, numa frequência três vezes superior.

Outra descoberta de Pamela foi que as mulheres entendem que morar junto é um período de transição para o casamento, enquanto os homens tendem a achá-lo conveniente, além de enxergá-lo como um termômetro para medir se a relação tem potencial a longo prazo. Eles, inclusive, usaram termos como “test drive” para descrever o momento.

Mas a maior diferença entre homens e mulheres foi verificada quando eles tiveram que abordar as desvantagens de morar junto. Para as mulheres, a principal desvantagem é que só dividir o mesmo teto sem oficialização envolve menos compromisso e menos legitimidade. Por outro lado, os homens apontaram a limitação da liberdade como o grande problema.

Apesar das diferentes motivações, os pesquisadores concluíram que cada vez mais os casais entendem que morar junto é um estágio que faz parte do processo do casamento. Para alguns, ainda, dividir o teto tem o mesmo papel do matrimônio. "A mensagem mais clara foi que viver junto é tido como algo natural. Por isso, a escalada ascendente da proporção de jovens adultos que moram junto provavelmente vai continuar durante algum tempo", aponta o estudo.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Como se livrar de uma relação problemática

Ilusão

Muitas mulheres toleram uma relação ruim por acreditar que podem mudar o companheiro. Passam a viver, então, na expectativa de que um dia tudo será diferente. Mera ilusão, "pois uns detalhes podem mudar, mas essência e caráter, não!", alerta a psicóloga Carmen Cerqueira Cesar. Muito cuidado, então, para não usar desculpas esfarrapadas em prol de justificar um romance que NUNCA a completa.

Insegurança

Relacionada à baixa autoestima, faz com que você pense não ser boa para ninguém - nem para o companheiro. Por isso, evita confrontá-lo, aceitando tudo o que a incomoda. "Para o sofrimento ser tolerável, ela passa a imaginar que as coisas se resolverão no futuro, por si só", explica Luiz Cuschnir, psiquiatra do Iden.

Carência

A necessidade física e emocional de ter alguém para ligar, namorar, trocar confidências é, segundo o autor Marcelo Puglia, um sentimento que leva à escolha de um parceiro aquém do esperado/merecido."A carência e a escolha de um idiota para se relacionar andam de mãos dadas", afirma ele. Ou seja, passar por cima da vontade de ter alguém a qualquer custo é o primeiro passo na escolha de um cara digno da sua companhia.

Pressão

Além de todos os fatores internos anteriormente citados, as pressões da sociedade - ou seja, o que os outros pensam - também influenciam na aceitação de um romance fraquinho. O estereótipo de que a mulher solteira foi rejeitada, por exemplo, é cruel. Nessa esteira, vários outros valores sociais, religiosos e até mesmo econômicos podem virar verdadeiros tormentos. Seu papel? Priorizar aquilo que atende às suas expectativas e não às de terceiros.

Muitas brigas? Preste atenção se o seu relacionamento não está desgastado demais

Saiba identificar se o seu relacionamento não é tudo aquilo que poderia ser

Você se esforça, ele não

Este é um bom termômetro de um romance ideal ou atrapalhado. "Caso você invista na relação e a falta de cuidado do outro permanece, acredito que não vale insistir", opina a psicóloga Andreia Calçada. Outro fator importante a analisar é se ainda acrescentam algo um para o outro. A resposta foi não? No fundo, você já sabe o que fazer...

Sofrimento contínuo

Se é rotina o seu parceiro fazê-la sofrer, repense. "Conviver com defeitos é possível - desde que não se trate de algo que machuca", diz a psicóloga.

Muito além do limite

Chantagens, violência e falta de parceria são atestados do fim do amor. Então, por que adiar o término da relação? Parta para outra antes que as dores emocionais se reflitam no convívio com a família, em questões profissionais, sociais e financeiras.

Veja como ter a vida amorosa que realmente merece

Rompa a relação e busque apoio de amigos e parentes. "A convivência com eles ajudará a preencher o vazio deixado pela separação", sugere o psiquiatra Luiz Cuschnir. Então, volte os olhos para si mesma. "Invista nos seus próprios interesses", ensina a psicóloga Carmen Cerqueira. Exemplo: faça um curso que sempre quis. A nova rotina pode trazer novas pessoas e ainda reavivará valores e talentos que reforçarão sua autoestima, fundamental para atrair amores à altura.

Os comentários são pessoais e não refletem a opinião do MdeMulher.

NATALIA FELICIANO RODRIGUES - Eu me identifiquei muito com essa materia, pois vivo atualmente essa situação. Conheci o Marcelo em feverreiro de 2007 e no inicio parecia que era tudo o que sempre sonhei´porem apos alguns meses começou a sumir e nesse periodo não conheci qualquer pessoa de sua familia ou amigos. E hoje ele me procura a cada 6 meses e somente me leva ate sua casa agente transa e ele desaparece novamente. E cada vez que isso acontece eu sofro muito porque me sinto usada mas mesmo tendo essa conciencia não consigo dizer não porque tenho medo de não ter ninguem e ja estou com 36 anos de idade e continuo com a esperança de que um dia ele me assuma comcompromisso serio - 18/12/2010 10:40:52

Rafaella - Nesse meio tempo fui a uma igreja evangélica terminei com ele mas como sempre ele me enrolava e acabei voltando Ele parou de se drogar e parou de trabalhar fora se batizou assim como eu Achei que seria uma prova de amor nos casamos foi o maior erro da minha vida, no dia mesmo do casamento percebi ele não tinha mudado me deixou sozinha e foi trabalhar fora Chorava muito engordei 20 kg dói muito vc amar e não ser amada, orava pra Deus tirar ele de mim me tornei uma pessoa amarga e triste ele me disse que nao queria ter se batizado e nem iria mais na igreja Foi quando comecei a fazer um curso a me apegar mais a DEus e o amor tão grande que sentia por ele foi enfraquecendo comecei a me valorizar antes dele eu era muito bonita Hoje ainda ele trabalha fora mas com apoio de Deus e da minha família sou uma pessoa melhor estou emagrecendo ainda continuo com ele porque é ele que me mantém mas isso é por pouco tempo já estou preparando a papelada do divorcio e em janeiro me separo dele. - 05/12/2010 21:10:41

Rafaella - Me identifiquei de cara com essa matéria Sou uma pessoa que sempre se relacionou com pessoas calmas, carinhosas e gentis. Mas sempre tem a primeira vez, né, para aparecer um cafajeste na nossa vida. Minha historia com o Marcio começou há quatro anos atrás ele me deu uma carona e dai começamos a namorar, no primeiro mês de namoro descobrir que ele usava drogas, mas mesmo assim quis continuar. Alem disso ele só trabalha viajando, com dois meses de namoro ele foi viajar e ficou dois meses, me traiu, mas mesmo assim continue... muitas coisas aconteceram nesse periodo como marcar comigo e nao vir, ficar trancado com amigos se drogando,nao me dar nenhuma atençao, e ficar olhando e paquerando mulheres e nao se importava pra fazer isso ate em festa de meus parentes(quanta vergonha eu passei). Aí vcs se perguntam porq ela ficou ainda com ele, por causa de seu charme ele sempre me enrolava, e eu tinha um sentimento por ele que nem eu sei explicar eu amava ele mais do que a mim. - 05/12/2010 21:03:32

Fonte : http://mdemulher.abril.com.br/amor-sexo/reportagem/relacionamento/como-se-livrar-relacao-problematica-607876.shtml
Autor : VIVAMAIS

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Os homens e o medo de namorar


Você conheceu uma cara bacana, vocês se dão super bem e então, claro, começam a aparecer as expectativas: será que vai dar namoro? Só que o tempo vai passando e ele... só te enrola! Toda mulher tem uma história dessas para contar, mas afinal, qual será o motivo disso? Seria medo de namorar?
Felipe Costa*, de 29 anos, abriu o jogo e disse que ele já fez isso algumas vezes, exatamente por ter medo de se comprometer.
 Depois de namorar longos quatro anos, com o final do relacionamento resolveu que iria curtir muito e aí coitadas das moças que cruzaram o caminho dele. "Eu não queria dar esperanças, mas acabava me enrolando, só que quando via que estava ficando serio demais pulava fora". Mas por quê? "Eu acho que todo homem precisa de um tempo sozinho para estar preparado para encarar um relacionamento legal. Não posso falar pelos outros, mas no meu caso, sabia que se eu namorasse, não ia ser o namorado ideal, se é que você me entende...", diverte-se.
Felipe finalmente está namorando, mas você acha que foi fácil? "A gente se conheceu no começo do ano e começamos a ficar, demorei uns cinco meses para ter certeza do que queria. Pensei bem antes de tomar coragem para largar a minha solteirice. Acho que mesmo o mais convicto dos solteiros quando gosta mesmo acaba tomando a coragem de namorar".
O psicólogo Silmar Coelho explica que casos como o de Felipe em que uma experiência ruim no passado influencia os possíveis novos relacionamentos é bastante comum. Além disso, a ‘namorofobia’ pode ser causada por insegurança, problemas familiares como, por exemplo, vir de um lar onde a experiência do casamento foi negativa ou mesmo porque o rapaz é imaturo, assim busca prazer sem responsabilidade.

O psicólogo Silmar Coelho explica que casos como o de Felipe em que uma experiência ruim no passado influencia os possíveis novos relacionamentos é bastante comum. Além disso, a ‘namorofobia’ pode ser causada por insegurança, problemas familiares como, por exemplo, vir de um lar onde a experiência do casamento foi negativa ou mesmo porque o rapaz é imaturo, assim busca prazer sem responsabilidade.
"A maioria quer "ficar’". Eles estão escolhendo é a liberdade; os benefícios do casamento, sem seus encargos. Eles preferem continuar com os pais. É mais econômico e seguro", explica.
Se você é uma mulher "enrolada" e louca para ter algo mais sério com um homem com esse perfil, o psicólogo é bem direto: "Essa relação não tem a mínima possibilidade de dar certo. Logo, ela tem que escolher entre a satisfação do momento ou a felicidade futura. Melhor sofrer por alguns meses com o rompimento a sofrer longos anos com uma relação que não tem futuro".
Os homens são mais conhecidos por esse tipo de comportamento, mas algumas mulheres também têm medo de se comprometer. Silmar explica que a diferença entre os dois sexos está nos motivos. "Ela sonha com romance e tem medo de ser traída. Algumas preferem ficar só a verem esses medos se tornarem realidade".

Fonte : http://vilamulher.terra.com.br/os-homens-e-o-medo-de-namorar-3-1-30-691.html

Autor : Larissa Alvarez

É namoro ou amizade?

Sou de uma época onde o “quer namorar comigo?” era usado pelos meninos quando queriam assumir um compromisso com as meninas. Hoje as pessoas estão tão neuróticas com a palavra “compromisso”, que é difícil tomar a decisão de assumir um namoro.

A maioria das mulheres que conheço vivem o drama de tentar definir seus relacionamentos. E é chato isso, né? Vira uma discussão sem lógica. Tipo, o que você chama de cadeira o outro chama de lugar para sentar. Ahhh, mas a gente pode sentar em qualquer lugar… não precisa ser necessariamente numa cadeira. Tá, mas cadeira é para sentar. Ah, depende, você pode ficar em pé nela. Tá, mas a cadeira que a gente tá falando é para sentar, porque apesar de você poder fazer o que quiser na cadeira, a função dela é para sentar. Tá, mas eu quero ficar em pé. Tá, mas você entendeu? Não. Não é só uma questão de conceito. Tudo depende de quem está falando. Entendeu? Não?
O cara vai à sua casa, conhece sua família, seus amigos. Ele te leva para conhecer a sogra… Será que isso quer dizer alguma coisa? Já faz um tempinho que vocês estão saindo nos finais de semana, ele gosta de fazer programas de namoradinhos, te liga todo dia, o sexo está cada vez mais íntimo e melhor… Como interpretar esses sinais? Raramente homens levam seus casinhos para se envolver com a família… Então será que é namoro ou só amizade?
Bem, conheço muitos casos de homens que protagonizam todo esse papel e quando a mulé começa a agir como namorada, ele simplesmente se afasta, diz que gosta dela e tudo mais, porém não quer se comprometer. Eu mesma já passei por uma situação onde eu conhecia todo mundo da família (mãe, pai, irmã, namorado da irmã, tios, afilhados, avós e cachorro) participava de jantares, saía como casal e com o casal de melhores amigos, e até cinema com os sogros, mas ele sempre dava um jeitinho de mostrar que adorava sair comigo, porém não estava numa fase boa para relacionamentos sérios. Hein? Comassim, cara pálida?
Agora você me pergunta: já que os sinais e atitude mais óbvias, no final das contas não querem dizer nada, então voltamos ao zero, é isso? Como dizem aqueles médicos-conselheiros-de-revista: pode ser como pode não ser… na dúvida, consulte o seu médico. Rá. No entanto, a boa notícia é que dificilmente homens têm essas atitudes. HOMENS. Moleques ainda fazem esse joguinho só para te comer… Nem sabem ainda que basta agir como homem, que a gente fica facinha rapidinho.
Acredito também que o dia-a-dia seja importantíssimo. Se aquela fase de descobertas passar − “essa também é minha cor preferida!” − virá a fase de compartilhar problemas, dúvidas, alegrias. O cara vai te ligar feliz por ter sido promovido, ou chateado por estar com problemas no trabalho… Vai querer ver com você aquele filme que ele ouviu dizer que é muito bom. O tempo está passando e vocês continuam juntos, não só nos finais de semana, mas até aquela vistoria chata que ele tem que fazer no carro, pede que você vá com ele. Você estará fazendo parte efetivamente da vida dele e ele da sua, porque do mesmo jeito que ele tem liberdade com você, quem vai aturar a sua TPM é ele.
Em último caso, pergunte. Melhor perguntar num dia que vocês estiverem bem, porque independente da resposta, sempre ficará tudo bem. Mas, se esperar uma briga para tomar alguma iniciativa, é o mesmo que pedir para que ele diga que nunca te prometeu nada. Ninguém gosta de ser pressionado… Nem você.

Fonte : http://www.muleburra.com/mb/2009/06/23/e-namoro-ou-amizade/
Autor : Bucéfala

10 tipos de mulher que os homens evitam para compromisso

Ciumenta Demais: Cíume, é um ato de quem preza por seu amor, é uma demonstração de afeto, e defesa, desde que não estrapole o limite do bom senso. Ciumeira é doença, e não agrada a ninguem, os homens sentem-se sufocados, sem espaço e com uma espiã desconfiada 24h atrás deles, o relacionamento torna-se infeliz, menos prazeroso, e com certeza ele não durará muito.
Promíscua: Utilizando de eufemismo, a promíscua, na linguagem vulgar, é a 'safada', os homens evitam este tipo de mulher quando querem assumir namoro ou algo mais sério, não necessita mais explicações acerca do porquê, afinal, este tipo de mulher não é digno de confiança, e os homens temem a infidelidade da parceira, consequentemente tornando-se 'cornos' o que é um pavor e fere o ego. Além disso, seria constrangedor apresentar uma garota do tipo, a família do rapaz, não faria o tipo 'nora ideal'..
Chata: As pessoas chatas são totalmente repugnantes, principalmente quando é a namorada, chatice não é qualidade pra ninguém, e só diminue o tempo de vida de um relacionamento. As pessoas chatas geralmente não possuem um bom humor, são encrenqueiras, e não são uma boa companhia.
Interesseira: São o tipo que se interessam apenas pelo mais 'interessante' nos homens, ou seja, o dinheiro, rs brincadeira, este é o pensamento da interesseira, dinheiro, carro, luxo, e afins. Os homens não curtem mulher interesseiras, em compromisso, cria-se sentimentos, e os homens querem transferir carinho e afeto e não R$. rsrs
Burra: Não que os rapazes exijam Intelectuais ao seu lado, o que se apropria a alguns casos, mas passar parte do tempo ouvindo asneiras, não é nada divertido, porém não consiste em namorar um dicionário ambulante ou uma gênia da física, basta ter conteúdo de interesse do parceiro,coisas interessantes de ser ouvir e conversar. Mas de acordo com a realidade, parece que este fator não está mais sendo tão relevante.
Fria: Pessoas frias são aquelas que não utilizam expressões corporais ou gestuais pra se expressar ou não possuem sentimentos definidos e demonstrados,é o tipo de gente que não demonstra felicidade através de sorriso ou não passa afeto. Os homens gostam de perceber o estado da parceira através de suas expressões, sem contar que namorar alguem frio demais, é o mesmo que estar com um cadáver, bizaaaarro.
Feia: Alguns homens nada hipócritas, me relataram não assumir compromissos com mulheres feias, porém, deixaram claro que não é exatamente o principal, beleza física é digna de admiração e contemplação, mas as desprovidas de tal aspecto, não ficam atrás, pois existem mulheres não bonitas que dão de 10 a 0 nos rostinhos bonitos.
Vulgar: A vulgaridade não é bem vinda, pois relacionamentos sérios envolvem respeito, não somente entre os parceiros, mas com a sociedade ao redor, e a família do moço. Roupas e Maquiagem chamativas atraem olhares alheios o que não agradará seu parceiro, não sendo esquecido, seu modo de falar, que na hora da conversa pode arruinar muita coisa.
Mal Educada: Educação é primordial em qualquer momento, portanto se você foi criada nas cavernas sem diálogo racional e social, não se envolverá tão cedo com alguém. Ser brigona está incluso aqui, parecer lutadora profissional de boxe e ótima armadora de 'barracos' não conta pontos ao seu favor.
Sem Objetivos: Homens odeiam mulheres sem objetivos, aquelas que acham que a vida é comer,dormir e ... enfim, ter um objetivo na vida, onde incluimos estudo, profissão, carreira, família e etc, agradam aos homens. atualmente as mulheres estão ocupando cada vez mais espaço no mercado de trabalho e nos bancos das universidades, mas ter objetivos vai além disso, construir uma família e cuidar do lar são mais alguns exemplos disso.
Fonte : http://www.bolsademulher.com/forum/sexo/f4782/147814/
Autor : Aline Mayra

15 respostas sobre os homens que você precisa saber

O antropólogo paquistanês Tariq Kamal, autor do livro Desvendando os Homens, responde as terríveis perguntas que costumam nos deixar de cabelo em pé.
1- Por que os homens não querem compromisso?
Tariq Kamal: A vida moderna pulveriza e confunde as pessoas. Elas estão inseguras sobre o futuro e sobre si mesmas. A mudança e a transformação, simplesmente, desestabilizaram as pessoas. Os homens que, antes eram o centro do universo, agora se tornaram meros espectadores. Se sentem como “menininhos”, não sabem nem como eles são e, principalmente, como deveriam ser daqui para frente. Muitos não têm maturidade para assumir nada, muito menos um compromisso.
O compromisso, seja qual for sua natureza, requer muita coragem, dedicação, responsabilidade e autoconfronto. Talvez essas sejam as qualidades que estejam faltando em muitos homens.
2- Por que os homens dizem que vão ligar e não ligam?
Tariq Kamal: Isso é uma questão de educação e de senso de compromisso. Não acho que a maior parte faz por querer. A criação do homem, pela família, o deixou mais “relapso” do que a mulher. É sempre a empregada, ou a mãe, ou a irmã, ou a secretária, ou a esposa que faz as coisas pelo homem: lembra de compromissos e até de fazer as ligações. Isso faz com que o homem deixe essas coisas nas mãos de outra pessoa. Portanto, tudo isso se resume em criação e na forma de educar o filho. São aspectos culturais e não tanto psicológicos.
3- Por que os homens se fingem de apaixonados e depois desaparecem?
Tariq Kamal: Ninguém falou que a paixão dura toda a vida. Quase sempre a paixão é uma coisa impulsiva e passageira, que nem uma tempestade, talvez um furacão. Depois que passa, só tem destroços. E as pessoas nem se lembram mais do seu paradeiro. Muitos não conseguem mais achar o rumo de casa. Portanto, tome muito cuidado com os “apaixonados’”. Eles são vítimas dos seus impulsos e instintos. Existe também aquele bando de espertalhões que sabe como manipular e manobrar uma mulher. Para conseguir o que querem, é só falar “eu te amo”, que nem “Abre-te, Sésamo”.
4- Por que eles demonstram que estão a fim, mas não tomam atitude?
Tariq Kamal: Podem estar a fim, mas infelizmente não são bons em tomar atitude. Não têm o perfil para isso ou têm baixo nível de iniciativa ou são simplesmente tímidos. Também existem aqueles que estão a fim, mas que sabem se controlar e vão com calma. A melhor coisa nessa situação é esperar para ver.
5- Como saber se um homem está realmente interessado?
Em primeiro lugar, olhe bem nos olhos. Se os olhos dele brilham ao encontrar você, ele tem uma atração. Em segundo lugar, a voz. Se ele usa um tom macio e agradável, ele está a fim de conhecer você.
Em terceiro, note a linguagem corporal dele. Se ele estiver sempre ao seu lado, perto, acompanhando você com os olhos, telefonando, querendo saber da sua vida, ele se preocupa com você. Aprenda a olhar, observar e a ter uma leitura mais profunda da pessoa com quem está.
6- Por que uns dias eles estão super atenciosos e, depois de alguns dias, voltam a ser mais frios?
Tariq Kamal: A expressão “mero homem” entristece porque, tanto o homem quanto a mulher, são obras primas da natureza e de Deus. Afinal das contas, temos bilhões de neurônios e muito amor para dar. Valorize mais esse “mero homem”. Pode ser que existam mil maravilhas que você não esteja enxergando, apreciando. Não esqueça de que a beleza está nos olhos de quem enxerga. Se você o vê como “mero” homem, talvez seja porque você se sinta uma “mera” mulher!
E lembre-se: nenhum de nós é o tempo todo igual.
7- Por que os homens não suportam quando ganhamos mais que eles?
Tariq Kamal: A criação e a formação do homem faz com que ele tome a iniciativa, que ele seja o líder. Na medida em que a mulher assume uma posição melhor financeiramente, existe uma pressão a mais, além do fato de que, junto com o salário, ela também tem mais poder, tarefas, ocupações, preocupações etc. E tudo isso faz com que sobre muito pouco tempo e disposição para com o seu homem. É tudo uma questão de perda de controle e de espaço.
8- Devo transar no primeiro encontro?
Tariq Kamal: É perigosíssimo transar com uma pessoa que a gente acabou de conhecer. Transar é algo muito íntimo e que deixa a pessoa numa posição desprotegida em todos os sentidos: emocional, física e, por que não, mentalmente.
As mulheres criticam os homens porque eles não conseguem se controlar. Por que, então, assumir os mesmos hábitos e atitudes que vocês sempre desprezam? Também existem tantas coisas maravilhosas num relacionamento, além de sexo. Que tal abrir os olhos, o coração e a alma?
9- Como saber se ele só quer sexo?
Tariq Kamal: Fácil! Não transando com ele, pelo menos por um bom tempo, para ver se ele quer sair, conhecer, trocar idéias? Logo, você perceberá se o seu parceiro só sai num pacote que inclui transa. Se no pacote incluir conversar, passear etc e ele não topar, você acabou de se livrar de um grande problema. 10- 10- Por que muitos  homens só querem ficar?
Tariq Kamal: Ficar quer dizer sem compromisso, sem responsabilidade e sem sonhos. É o mundo dos clones: ninguém tem nada para compartilhar. Ninguém pensa no futuro. Ninguém tem fôlego para sustentar uma relação. É o mundo frio, vazio e interesseiro do egoísmo, da falsidade e das aparências. É matar tempo. Nada mais?
11- Por que ele deixou de me desejar?
Tariq Kamal: Muitas vezes, a mulher vai se tornando mais acomodada, mais agressiva, sem perceber… A meiguice e a doçura inicial, vão sumindo e a cobrança e a chatice vão aparecendo. A mulher começa a pegar no pé, a descuidar da sua aparência e a ficar muito menos sensível.
Pode também ser que o homem esteja demasiadamente preocupado com os afazeres da vida. Depois da conquista inicial, de uma companheira, ele agora pode estar preocupado com as conquistas nos negócios e na vida.
12- O que os homens acham das mulheres que têm celulite?
Tariq Kamal: Se você conseguir manter o foco da atenção do homem em você, na sua pessoa, no seu papo? um pouco mais ou menos de celulite realmente não faz diferença. Agora, se a única coisa que você tem a oferecer é o corpo, aí a celulite faz toda a diferença.
13- Por que a maioria dos homens prefere mulheres mais novas?
Tariq Kamal: Digamos que, as mulheres mais novas, por ainda não terem sofrido tantos traumas e problemas, ainda guardam consigo uma doçura e uma inocência maior (e, claro, são menos contestadoras também!!).
Numa relação, esses fatores contam muito, principalmente no mundo complexo e estressante de hoje.
Não quero julgar se essa escolha dos homens é madura ou não. Isso não vem ao caso.
As mulheres depois dos 30 anos precisam ficar atentas para não se estressarem tanto, para relaxarem mais. Enfim, elas devem procurar uma leveza de ser, sem descuidar jamais do seu charme e, claro, da beleza física coisa que, para as de 20, é mais fácil.  
14- O que os homens mais admiram em uma mulher?
Tariq Kamal: Muitas coisas: a capacidade de diálogo é muito importante porque demonstra compreensão, inteligência e a grande possibilidade de entrosamento. Sinceridade e companheirismo são fundamentais, um bom temperamento é vital porque os homens estão estressados demais. A beleza exterior e interior também contam muito. A postura e a compostura da mulher passam segurança, mas talvez o mais admirável seria uma mulher sonhadora, que, aliás, está muito em falta hoje.
15- Por que os homens traem?
Tariq Kamal: O que vem à mente, em primeiro lugar, é a incompatibilidade entre o casal. Se estamos bem entrosados, a oportunidade da traição até pode existir, mas se concretizar? é outra questão.
Também existem os fatores químicos, principalmente para homens impulsivos e hiperativos: o excesso de testosterona (hormônio masculino) ou a falta de serotonina (substância responsável pela sensação de tranquilidade), traz uma inquietude que muitas vezes é “resolvida” na caça às mulheres.
Em alguns casos, o problema é cultural: para provar que é “macho”, o homem acaba traindo ou dizendo que traiu.
Existem, também, os que não conseguem controlar os seus impulsos e acabam sucumbindo ao assédio das mulheres.
Como vocês podem ver, é um assunto muito complexo.
Fonte: Itodas – Corpo e Dieta 
http://www.mulhercriativa.com.br/amor-e-sexo/15-respostas-sobre-os-homens-que-voce-precisa-saber
 

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Sou uma mulher de 30. ? E agora ?

Sou uma mulher de 30. E agora?

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Você está perto dos 30 anos e se deparou consigo sentada no sofá pensativa, refletindo sobre questões como "o que eu estou fazendo da minha vida?" ou "preciso arrumar um marido, mas como?". Algumas vezes também precisa ouvir os outros perguntarem "por que ainda não arrumou um emprego estável?" ou "você não vai ter filhos?". Não fique nervosa, saiba que é uma situação normal para essa faixa etária e que você não é pior do que ninguém. Não que todas as mulheres passem por isso, mas muitas chegam a essa idade e têm um comportamento auto-avaliativo que pode levar à depressão - às vezes o julgamento sequer vem de você, e sim da família e amigos. É a chamada "crise dos 30 anos".


O escritor Honoré de Balzac imortalizou a figura da mulher de 30 anos com crises na vida afetiva em seu livro A mulher de 30 anos, dando origem à expressão "mulher balzaquiana" para as mulheres nessa faixa de idade que estão em conflito emocional. A psicóloga e psicoterapeuta Olga Inês Tessari explica que, a princípio, a crise dos 30 anos não se trata de uma doença. "É um sentimento que está relacionado a uma questão cultural, que pressupõe que a essa idade a mulher já está encaminhada na vida: já construiu uma carreira e está casada ou prestes a se casar. Então ela se sente pressionada a atender a essas expectativas."

Algumas mulheres são solteiras por escolha própria, porque decidiram priorizar a profissão, por exemplo. No entanto, elas também não escapam do rótulo de "encalhadas", o que gera um conflito emocional. "Ao mesmo tempo em que ela quer ser uma 'grande mulher', uma profissional bem sucedida, a sociedade faz com que ela queira ser a dona-de-casa que cuida do marido e dos filhos", avalia a psicóloga Beth Valentim. "E mesmo na questão da gravidez, dependendo da pessoa é possível ter filhos mais tarde, aos 40 anos, com acompanhamento médico", lembra Beth.

Olga adverte sobre os problemas que esses sentimentos podem acarretar. "Essa cobrança eleva a ansiedade, o que pode levar a problemas de memória, de concentração, e ela fica irritadiça", diz. O comportamento pode levar à depressão, necessitando de ajuda profissional.

Além disso, em casos mais graves, a ansiedade leva à bulimia, anorexia ou à obesidade. O TOC (transtorno obsessivo-compulsivo) também tem a ver com esse vazio que a mulher sente, o que pode levá-la a adquirir manias.

Cobranças
A crise dos 30 anos pode ter relação com diversos aspectos da vida cotidiana, desde a vida familiar e profissional até a sua sexualidade.

Casamento
Talvez a principal causa da crise, para a maioria das mulheres, seja quando a mulher acredita que só será completa se tiver um homem ao seu lado. Outro agravante é quando os amigos começam a casar e a mulher solteira se sente sozinha porque perde as companheiras de balada, ou então porque não pode mais visitar os amigos casados a qualquer hora, por medo de ser inconveniente.

"Algumas pacientes me dizem que precisam se casar porque os amigos casaram, e ela se sente deslocada", conta Olga. "O perigo é que elas acabam se casando com o primeiro que aparece, e isso trará ainda mais sofrimento para elas depois", adverte.

Outro problema é a mulher abrir mão de sua vida para viver em função do amor. Alguns namorados reclamam que elas trabalham demais e não têm tempo para eles. Se ela largar tudo para dedicar-se à relação, geralmente é na faixa dos 30 anos que sentirá falta de tudo o que deixou de fazer e do que não construiu - especialmente se o namoro ou casamento terminar.

Para Mariana*, 30 anos, está cada vez mais difícil encontrar um homem para casar porque a sua exigência aumenta com a idade. "Agora estamos mais voltadas para formar uma família, queremos algo mais sério", conta. "Eu sei que é preconceito meu também, de achar que estou velha apesar de não parecer ter 30 anos. Mas as pessoas olham feio quando a gente sai à noite nos bares, acham que somos 'garotas de boate' porque temos 30 anos e estamos solteiras", desabafa.

Filhos
Muitas vezes, uma conseqüência de não casar é a mulher chegar aos 30 anos sem filhos - a não ser que seja mãe solteira, o que também pode gerar preconceito. O relógio biológico indica que ela não pode demorar muito, porque seu potencial reprodutivo diminui após a terceira década de vida, com o envelhecimento e diminuição da quantidade de óvulos. Sem contar as doenças ginecológicas e o risco de aborto espontâneo, que aumentam com a idade.

Para Beth Valentim, a maternidade pode ser uma escolha entre o lar ou a profissão. "Com esse ritmo de trabalho, se você for bem-sucedida não tem tempo de ser mãe.", explica.

É preciso ter cuidado porque é comum as mulheres terem filhos apenas para segurar o namorado ou obrigá-lo a casar. "Isso não resolve o assunto. São poucas as relações que sobrevivem depois de um filho inesperado", analisa Olga.

Beleza
E o espelho? Antes um aliado para te deixar irresistível, agora parece que ele joga contra você e mostra como envelheceu, como está mais gorda, com mais olheiras e com aquele ar de cansada. Mesmo que ainda seja uma idade jovem, a sua aparência passa longe do frescor dos seus vinte anos.

No caso da agente de turismo Claudia Uilza, 35 anos, o estopim para a crise dos 30 anos foi sua aparência. "Me sentia feia, gorda, não queria sair de casa. Só usava roupas largas, 'de velha'", conta. Na época, Claudia, que tem 1,65m, pesava 90 kg. Sem mencionar as dores nos joelhos e nas costas.

Para Beth, a competição entre as mulheres é um fator agravante na falta de auto-estima em relação à beleza, quase uma neurose. "A mulher começa a se achar feia porque se compara com a mulher de 20 anos e começa a se achar velha", explica. "Nossos 30 anos são o auge da nossa beleza. A partir dos 40, as marcas começam a se acentuar, então é preciso cuidar da pele, do cabelo."

Sexualidade
Teoricamente, aos 30 anos a mulher já é bem resolvida no sexo, sabe o que a agrada e sabe transmitir seus desejos ao parceiro. No entanto, uma mulher insegura não consegue se soltar na cama, levando à própria insatisfação. Ou seja, quem está preocupada com a aparência, com o que os outros pensam dela, se vai ter filhos ou casar, pode ter dificuldades de curtir o sexo.

Essa falta de prazer e o pensamento de que homens preferem transar com alguém mais nova podem contribuir para uma crise aos 30 anos.

Conselhos
As profissionais sugerem algumas dicas para quem enfrenta essa fase da vida.

- Ter 30 anos é só um marco social, tanto faz se você tem 30, 32 ou 25. Reflita se essas cobranças são pressões externas ou se o seu desejo é realmente casar e ter filhos.

- Para casar, é preciso escolher bem o homem certo. A convivência será impossível se não houver intimidade e cumplicidade entre você e ele.

- Lembre-se de que os homens também podem ser vítimas de suas crises de choro e inseguranças. Eles, às vezes, até querem casar, mas preferem ter condições financeiras de arcar com as despesas. Não os apresse demais.

- Se o seu sonho é realmente casar e ter filhos, vá atrás mas não viva em função desse objetivo. Assuma sua condição de solteira e conheça gente, saia para a balada. Mas não deixe de sair com seus amigos casados.

- Antes de cogitar ter um filho, pense em como será a sua vida depois disso. É preciso abrir mão de passeios, jantares românticos, noites de sono, sem contar nas despesas. Pondere se você está disposta a encarar essa nova etapa sem precisar depender da ajuda dos outros - talvez não seja hora de ter um filho se ele tiver que ser criado por sua mãe, por exemplo.

A alegria dos 30
Apesar de tantas dúvidas e aflições, há quem goste de chegar aos 30 anos. Beth Valentim destaca algumas vantagens de ser uma balzaquiana:

- Se tiver uma formação adequada, a mulher pode estar em uma posição privilegiada no trabalho, com experiência e até uma especialização no currículo.

- Sua beleza está no auge, porque perdeu o ar de menininha e agora é uma mulher decidida, sabe olhar nos olhos firmemente e não tem medo de encarar a vida de maneira realista.

- Sexualmente ela sabe que o orgasmo é importante e não banaliza mais o sexo. Tem auto-conhecimento de seu corpo e mais maturidade emocional.

- Se for mãe, está em uma idade de muita vitalidade para aproveitar com os filhos, porque ainda é jovem mas já é madura e responsável.

É o caso da técnica ambiental Simone Fukuji, 34 anos, que afirma que sua vida só melhorou depois que passou dos 30 anos. "Antes era retraída, agora gosto de sair, conhecer gente." Ela teve filho aos 20 e aos 24 anos, e agora que eles estão mais crescidos, pôde voltar a estudar. "Quero mais é ser feliz", alegra-se.

Mesmo Claudia Uilza, que não gostava do seu próprio corpo, depois que decidiu fazer academia sente-se "poderosa". "Faço duas horas de academia por dia, com seis alimentações leves por dia, parei de fumar e de tomar refrigerante." Hoje, diz com orgulho que está com 75 kg e usa saias curtas, calças coladas e decotes.

Já Mariana, apesar da preocupação em casar e ter filhos, confessa que agora aos 30 anos sente-se mais bonita. "Me formei cedo, então aos 28 anos já tinha uma vida mais estável, pude me exercitar, malhar, comprar o que queria com meu próprio dinheiro. Fisicamente estou bem melhor", admite.


* Nome alterado à pedido da entrevistada.

Serviços:
Olga Inês Tessari, psicóloga e psicoterapeuta
otessari@hotmail.com
http://ajudaemocional.tripod.com

Beth Valentim, psicóloga e autora
btdvalentim@yahoo.com.br
http://bethvalentimcoisademulher.blogspot.com

Fonte: Redação Terra